O MENTIROSO “Foi o monstro que quebrou a lâmpada! Verdade!”


Como lidar com as mentiras das crianças? - Jornal Joca


CONVERSA DE PAI E MÃE (TEXTO 8)

“Quem quebrou a lâmpada?” Quantas vezes você fez uma pergunta como esta e sempre ouve uma história fantasiosa repletas de personagens misteriosos e isto quando não sobra pro cãozinho ou pro irmão mais novo...

Por que acontece?
Crianças mentem pra fugir do castigo, para impressionar ou para manipular.

O que fazer?
Quando a mentira é uma constante, não há pai ou mãe que não se preocupe com a perspectiva de seu filho crescer desonesto. Mentiras têm que ser cortadas em definitivo! Portanto:
- Faça seu filho confiar em você, não importa o que ele fez. Ajude-o a encontrar uma solução para qualquer problema pelo qual ele estiver mentindo.;
- antes de mais nada seu filho precisa perceber que você o ama de modo incondicional;
- não tenha reação exagerada diante da mentira, evite gritos e ameaças.
- Em tom calmo fale a respeito do erro. Seja compreensivo, empático. Ele tem que aprender que a verdade é mais poderosa que a mentira;
- Não chame seu filho de mentiroso. As crianças normalmente absorvem esse tipo de bofetada verbal e começam a assumir esse estereótipo (formatos negativos de si mesmo).
- se a criança decidiu por falar a verdade sobre algum ocorrido, elogiar essa atitude dizendo que você fica feliz por saber primeiro e não ter vindo pela boca de outros. Mas é fundamental que ele conserte, de alguma forma o que fez.

Onde começa a mentira?
O hábito de mentir pode começar em tenra idade. Às vezes mentem para exibir mais esperteza do que você ou, em luta pelo poder ou simplesmente para rebelar-se. Mas em geral é para evitar a verdade sobre o mal feito. Quanto maior o castigo esperado, maior a possibilidade de fabricarem uma história para contornar aborrecimentos.
Também é importante distinguir entre histórias criativas e histórias falsas. Enquanto mentir seja uma forma de evitar aborrecimentos, por outro lado a meta do contador mirim de histórias é chamar a atenção.

Nossa reflexão
A questão é que nós adultos muitas vezes nos conformamos com uma mentirinha aqui outra ali. E até dizemos, “Mas quem não mente?”. Porém ao dizer isso abre-se brecha para que os filhos façam o mesmo que nos veem fazer.
E São Paulo através da carta aos Efésios vai nos dizer: “Portanto, tendo vós todos rompido com a mentira, que cada um diga a verdade ao seu próximo, pois somos membros uns dos outros.” (Ef 4, 25).
 A família é um lugar privilegiado de perdão e festa. Que possamos exercitar a verdade sempre, e se falharmos ou se alguém deste pequeno círculo afetivo que é a família falhar, é preciso ser humilde para reconhecer e pedir perdão e assumir o propósito de se emendar.

Próxima semana falaremos sobre O CARRANCUDO – o perigo da raiva silenciosa
Deus nos abençoe!








Dinâmica: “O que eu gostei e o que eu não gostei, eu entrego pra Jesus.”

Idade: a partir de 6 anos.

Citação bíblica:

“Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças” (Filipenses 4, 6).

Material: Folhas de papel ou qualquer papel (um ou mais para cada criança), lápis de cor, canetas hidrocores. Uma mesa, formando um pequeno altar com o crucifixo, podendo acompanhar a imagem de Nossa Senhora.

Como fazer?

Você pode usar o vídeo como uma forma de inspiração para este momento. O importante é que você leia a citação de Filipenses capítulo 4, versículo 6, seguida de uma pequena pregação.  Explicar o que é ação de graças, o que é súplica e que Jesus recebe tudo isso. Após a pregação, pedir para que cada criança desenhe coisas que tenham acontecido com ela que não gostou (súplica) e coisas que ela tenha gostado (ação de graças). O evangelizador ou evangelizadores farão seus desenhos também. Dizer que o desenho vai ser, também, um jeito de rezar. Dar o tempo possível para que todos façam os desenhos. Quando as crianças acabarem, o evangelizador (os evangelizadores) pode (podem) mostrar seus desenhos e, depois, perguntar para as crianças quem vai querer falar sobre o seu. Aqui, ressaltamos cuidado e zelo, de forma a evitar exposição desnecessária. Dizer, agora, que cada desenho será entregue para Jesus, lá na cruz, para continuarmos a nossa oração, com uma música tranquila. Ao final, dizer que Jesus recebeu tudo isso, seguida de uma oração de agradecimento. Perguntar quem mais quer dizer alguma coisa sobre este momento. Encerrar com uma oração de Nossa Senhora.

É importante incentivar crianças a expressarem o que sentem, o que acontece com elas, sem forçar. Não somente para que possamos conhecê-las melhor, mas para que, principalmente, elas percebam que há ao menos um lugar onde podem se expressar e sentir o quanto são amadas por Deus. E, assim, contribuiremos para que tenham as feridas de sua alma curadas. Desta forma, elas vão percebendo que são amadas e que são capazes de amar.  Estarão, assim, com a afetividade e sexualidade mais pertinho do que Deus sonhou. Que o Espírito Santo venha em nosso auxílio.

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Paz e bem. Até a próxima.

Iacy

Viva São Pedro!


Jesus perguntou a Simão Pedro:
- Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que os outros? 
- Sim, Senhor, sabes que eu te amo. - respondeu Pedro

- Apascenta as minhas ovelhas. - falou Jesus

Jesus repetiu a pergunta outras 2 vezes e Pedro entristeceu-se e disse:
- O Senhor sabe tudo, sabes que eu te amo.
E Jesus disse novamente:
- Apascenta as minhas ovelhas!
João 21, 15-17

Pedro assim tornou-se pescador de homens. Pedro foi pescar, e você vai também?


Vamos fazer uma pescaria
Imprima, pinte e recorte os desenhos abaixo ou você pode fazer peixinhos com cartolina, caixa de leite vazia ou garrafa PET. Faça um furo e encaixe um arame de embalagens ou um clip. Depois faça a vara de pescar usando um palito de algodão doce, de churrasco, um graveto ou até mesmo um lápis, amarre um barbante e na outra ponta faça um laço ou coloque um imã. Agora é só brincar de pescar!








O que é alma????



                A morte significa a separação definitiva daqueles que amamos. a separação é uma experiência humana fundamental, dolorosa, muitas vezes ligada ao desconhecimento e ao temor.
                Quando as crianças começam a questionar sobre a morte, o morrer, e o além, são sinal de que estão buscando respostas específicas.
                Não é necessário que sejam respostas perfeitas, o importante é que a criança seja levada a sério, reaja às suas perguntas e estabeleça o diálogo. Perguntas concretas exigem respostas concretas, lembrando "ninguém é pequeno demais" para saber sobre a morte. É comum ouvir crianças perguntando:
O que vai acontecer agora?
Para onde ele vai?
Ela vai voltar?
Onde está?

                Estas e outras perguntas devem ser sanadas, caso você não saiba responder pergunte primeiramente o que a criança sabe sobre o assunto, o que ela imagina que aconteceu. Para, a partir do conhecimento da criança, sanar suas dúvidas, lembrando que "a verdade é o antídoto do medo". O terrível conhecido é muito melhor que o terrível desconhecido.
                Portanto, busque informações, comunique à criança que você neste momento não sabe o que responder, mas irá procurar a resposta, e não demore em retomar, é apenas um adiamento e não uma renúncia.
                Uma explicação que poderá ajudar muito a criança, é dizer que todas as coisas vivas nascem, crescem, desenvolvem-se e por fim, morrem. Você pode ver isso acontecer com a grama, as flores, as plantas.
                Às vezes as coisas vivem por muito tempo (como as árvores) às vezes por um tempo curto (como as flores).
                As pessoas morrem quando estão muito doentes, muito velhas, e às vezes por causa de um acidente.
                Pessoas morrem quando uma parte do corpo deixa de funcionar corretamente, nem mesmo os médicos entendem tudo sobre a morte. A morte é algo que acontece, e podemos ajudar uns aos outros a lidar melhor com ela.
                Quando as pessoas morrem sua alma vai ao encontro de Deus.

                Mas o que é a alma????

                O catecismo da Igreja católica (1703) cita que nós os seres humanos temos uma alma "espiritual e imortal". Desde que somos concebidos, somos destinados para a bem aventurança eterna. A alma é que faz sermos diferentes na nossa essência.
                A parte espiritual (ALMA) recebemos de Deus, a parte material, (CORPO), recebemos de nossos pais. A alma é espiritual, é pura, é a sede das virtudes mais elevadas, como a vontade e a prática do bem. A alma que torna o ser humano imagem e semelhança de Deus e, por isso é imortal enquanto o corpo é mortal. "Tu és pó e ao pó retornarás" Gênesis 3,19
                Com a morte ocorre a separação corpo/alma.
                Para os pequenos podemos dizer que temos este corpo: braços, pernas, pulmão, coração. O que acontece se algum de nossos órgãos não está bem? Tem que cuidar, ir ao médico. E se algum órgão estiver muito doente e os médicos já fizeram tudo o que podiam e não conseguem mais curar? Aí nosso corpo para de funcionar e a gente morre. Mas a nossa alma, não morre nunca, ela vai para bem juntinho de Deus. Lá Ele cuidará da gente, lá não terá mais dor, nem tristeza ou medo.
                Depois que a pessoa morre a alma vai para perto de Deus, nós não poderemos mais ver esta pessoa, somente senti-lo em nosso coração, pois dentro da gente as pessoas não morrem nunca.
                Lembre-se sempre de perguntar para a criança o que ela pensa e sabe sobre o assunto para partir do conhecimento que ela já tem. Também de respeitar a idade da criança, se não souber como falar e até onde deva falar, peça ajuda do Espírito Santo, Ele lhe conduzirá.

" Aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá " João 11,25




O CHORÃO – o poder das lágrimas




CONVERSA DE PAI E MÃE (TEXTO 7)

O som do choro de uma criança corta qualquer coração. Mas se for constante esse choro pode tanto dilacerar seu coração quanto te tornar uma geladeira de insensibilidade. Tudo isso depende do motivo do choro ou de quantas horas de sono você teve na noite anterior.

Por que acontece?

A criança pode estar chorando pra avisar que está com fome ou sono, machucado ou com medo.
O objeto de nossa reflexão são os as crianças que choram para se fazer de vítimas ou porque gostam de ser tratadas com “luvas de pelica” de tão mimadas que são. Estas usam as lágrimas para conquistar simpatia ou tratamento especial. Você termina rastejando para satisfazer seus desejos, ou por medo de um berreiro ensurdecedor.

Qual a melhor estratégia?

- Verifique se o choro é provocado por algo sério ou simplesmente pela necessidade de atenção especial.;
- aprenda a distinguir o choro justificado (fome, dor, sono e outros), do choro usado como instrumento de poder e domínio;
 - Diga à criança que é difícil falar com ela quando está chorando, mas que você ficará feliz em conversar a respeito quando ele estiver mais tranquilo. É boa ideia deixa-la sozinha por algum tempo para se acalmar. Não deixe as lágrimas alterarem quaisquer regras ou decisões já tomadas anteriormente – como horário de dormir ou pequenas tarefas;
- quando seu filho para de chorar e quer falar sobre o problema, dedique a ele atenção total;
- Ajude seu filho a ser independente. Não tente protegê-lo sempre, ou ser companheiro (a) constante.
- Designe-o para fazer sozinho algumas tarefas, isso dará à criança maior sensação de competência.

Reflexão

Uma das causas da manifestação da criança chorona está ligado também a traumas devido à forma como exigimos desta criança algo além do que ela pode dar. O sentimento de incapacidade e incompetência pode provocar na criança uma negação de si e uma insegurança nas atitudes, esperando sempre reconhecimento e aprovação. Experimente rezar por ela no colo ou na cama ao dormir, cante canções calmas e religiosas. Faz uns afagos e dizendo o quanto você a ama e o quanto ela é capaz....O Senhor tem predileção pela oração de mãe. Lembremo-nos da Virgem Maria intercedendo pelos noivos na bodas de Caná (Jo 2,1ss)

Rezemos juntos: “Jesus, Maria e José, nossa família vossa é!”

Semana que vem vamos refletir sobre O MENTIROSO “Foi o monstro que quebrou a lâmpada! Verdade!”

Deus os abençoe!