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IDADE: a partir de 11 anos.
CITAÇÃO BÍBLICA:
“Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias
apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a
ação de graças” (Filipenses 4, 6).
MATERIAL: Papel Kraft ou cartolina ou qualquer outro material que permita fazer
um cartaz, lápis de cor, canetas hidrocores, imagens de revistas ou jornais,
cola, tesoura. Uma mesa, formando um pequeno altar com o crucifixo, podendo
acompanhar a imagem de Nossa Senhora.
COMO FAZER?
Ler a citação de Filipenses capítulo 4, versículo 6, seguida de uma
pequena pregação. Explicar o que é ação
de graças, o que é súplica e que Jesus recebe tudo isso. Após a pregação, pedir
para que cada adolescente desenhe, cole gravuras fazendo cartaz (cada um faz o
seu) que represente sua família, aquelas pessoas que moram com eles. Deixem que
retratem em cartazes da forma que quiserem.
O evangelizador ou
evangelizadores produzirão seus próprios cartazes também. Dar o tempo possível
para que todos façam seus cartazes. Quando todos acabarem de elaborar seus
cartazes, os evangelizadores podem apresentar os seus primeiro. E, depois,
perguntar quem vai querer apresentar também. Aqui, ressaltamos cuidado e zelo,
de forma a evitar exposição desnecessária. Acolher em um abraço os que
estiverem emocionados. É interessante perceber que os próprios adolescentes
poderão se acolher neste momento com abraço ou com palavras de amizade e
carinho. Pode acontecer naturalmente. Terminadas as apresentações, dizer que
agora, cada cartaz será entregue para Jesus, lá na cruz. Cada um sairá do seu
lugar, indo até a cruz, com uma música que reforce este momento de entrega a
Jesus. Ao final, dizer que Jesus recebeu tudo isso, seguida de uma oração de
agradecimento. Agradecer por termos uma história e por Jesus estar conosco,
acolhendo esta história. Perguntar quem mais quer dizer alguma coisa sobre este
momento. Encerrar com uma oração à Nossa Senhora.
Esta dinâmica, de forma geral, permite perceber que, de fato, temos
sentimentos e temos uma história. E que os sentimentos são amorais, ou seja,
não estão certos ou errados, mas fazem parte de nós e o que fazemos a partir
deles pode ou não ser bom para nós e para os outros. Exemplo: “Tenho raiva do
meu pai. Mas o que eu faço a partir da raiva? Eu me vingo? Ou eu assumo que
estou com raiva e busco alguém de confiança para conversar?” É um exercício,
também, para entregar a Jesus tudo o que vivo: aquilo que é ruim, mas aquilo
também que é bom, como uma forma de agradecimento a Deus.
Em meio à dinâmica, os adolescentes podem identificar sua história no
outro ou, ainda, perceberem a oportunidade de exercer a acolhida do outro que
tem uma situação diferente. Não forçar a participação deste momento para quem
não quiser confeccionar ou apresentar o cartaz. Mas, mantenha quem não quiser
participar próximo a você ou a outro evangelizador durante a dinâmica. E
motive, mesmo sem cartaz, que a pessoa apresente a sua história, sua família
aos pés da cruz de Jesus, oferecendo ir com ele na amizade até a cruz. A
dinâmica é uma forma de oração. E os adolescentes vão reconhecer na cruz de
Cristo um lugar de entrega das alegrias e tristezas da vida.
O Papa Francisco, na exortação apostólica pós sinodal sobre a juventude Christus
vivit (que quer dizer Cristo vive), traz o seguinte no número 83 que as pessoas
mais jovens têm gravadas em sua alma as experiências e tristes recordações,
frustrações que podem ser causados por discriminações e injustiças. Tudo isso
pode levar os jovens a não se sentirem amados ou reconhecidos. Papa Francisco
complementa que Jesus se faz presente nestas cruzes, oferecendo amizade, alívio
e sua companhia que cura, trazendo paz ao coração.
No marcador “Conhecimento e aprofundamento” aqui do blog, você encontrará
importantes apontamentos sobre luto e emoções. A leitura e reflexão postadas
vão lhe auxiliar para preparação deste momento proposto aqui.
Leia e releia,
também os outros posts: AQUI
Deus abençoe até a próxima. Paz e bem.
Iacy Batista Garcia
Idade: a partir de 6 anos.
Citação bíblica:
“Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias
apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a
ação de graças” (Filipenses 4, 6).
Material: Folhas de papel ou qualquer papel (um ou mais para
cada criança), lápis de cor, canetas hidrocores. Uma mesa, formando um pequeno
altar com o crucifixo, podendo acompanhar a imagem de Nossa Senhora.
Como fazer?
Você pode usar o vídeo como uma forma de inspiração para
este momento. O importante é que você leia a citação de Filipenses capítulo 4,
versículo 6, seguida de uma pequena pregação.
Explicar o que é ação de graças, o que é súplica e que Jesus recebe tudo
isso. Após a pregação, pedir para que cada criança desenhe coisas que tenham
acontecido com ela que não gostou (súplica) e coisas que ela tenha gostado
(ação de graças). O evangelizador ou evangelizadores farão seus desenhos
também. Dizer que o desenho vai ser, também, um jeito de rezar. Dar o tempo
possível para que todos façam os desenhos. Quando as crianças acabarem, o evangelizador
(os evangelizadores) pode (podem) mostrar seus desenhos e, depois, perguntar
para as crianças quem vai querer falar sobre o seu. Aqui, ressaltamos cuidado e
zelo, de forma a evitar exposição desnecessária. Dizer, agora, que cada desenho
será entregue para Jesus, lá na cruz, para continuarmos a nossa oração, com uma
música tranquila. Ao final, dizer que Jesus recebeu tudo isso, seguida de uma
oração de agradecimento. Perguntar quem mais quer dizer alguma coisa sobre este
momento. Encerrar com uma oração de Nossa Senhora.
É importante incentivar crianças a expressarem o que sentem,
o que acontece com elas, sem forçar. Não somente para que possamos conhecê-las
melhor, mas para que, principalmente, elas percebam que há ao menos um lugar
onde podem se expressar e sentir o quanto são amadas por Deus. E, assim,
contribuiremos para que tenham as feridas de sua alma curadas. Desta forma,
elas vão percebendo que são amadas e que são capazes de amar. Estarão, assim, com a afetividade e
sexualidade mais pertinho do que Deus sonhou. Que o Espírito Santo venha em
nosso auxílio.
Leia novamente os posts anteriores clicando AQUI.
Paz e bem. Até a
próxima.
Iacy
A Igreja nos ensina que corpo e alma têm a mesma
importância. Na encíclica Deus caritas est, escrita por Bento XVI no ano de
2005, há um trecho que aponta o seguinte:
"O ser humano torna-se realmente ele mesmo quando o corpo e
alma se encontram em íntima unidade [...] Se o ser humano aspira a ser somente
espírito e deseja rejeitar a carne como uma herança apenas animalesca, o
espírito e o corpo perdem, então a sua dignidade. E se ele, por outro lado,
renega o espírito e consequentemente considera a matéria, o corpo, como
realidade exclusiva, perde igualmente a sua grandeza."
Isto quer dizer que se desconsiderarmos um ou outro, corpo
ou alma, estaremos reduzindo nosso valor enquanto filhos amados de Deus. Deus
assim quis: que fôssemos corpo e alma.
Cultuar o corpo reduz o valor do ser humano, pois a alma é
menos considerada ou, até mesmo, desconsiderada. Encarar o corpo como algo
sujo, custoso, pesado, é reduzir o ser humano a algo, também, sujo, custoso,
pesado. Ver o copo como moeda de troca, como uma mercadoria, como uma “coisa”,
reduz o ser humano a um objeto que pode ser descartado a qualquer momento.
Estas e outras visões deturpadas do corpo influenciam na forma como vivemos
nossa sexualidade. Crianças e adolescentes são muito sensíveis a estas
questões. E, como evangelizadores, podemos organizar atividades que auxiliem a
uma visão mais amorosa e harmônica de corpo e alma e, por isso, uma sexualidade
a caminho do amor. Mas, para isso, nós evangelizadores, precisamos pedir ao
Espírito Santo que nos convença primeiro que corpo e alma têm a mesma
importância. Vem, Santo Espírito, em nosso socorro.
Nas próximas postagens, traremos algumas sugestões de atividades sobre o assunto. O vídeo mostra uma forma de falar sobre corpo e alma, voltada, principalmente, para a idade a partir de dez anos. Um momento de partilha depois da leitura da palavra, leitura do trecho da encíclica, exposição do assunto é bem enriquecedor.
Até a próxima semana, Deus abençoe. Paz e bem.
O evangelho de Mateus, capítulo
22, versículos 34 a 40, mostra uma das situações em que Jesus foi colocado à
prova por um doutor da Lei. O doutor da Lei perguntou para Jesus qual era o
maior mandamento. Jesus relembrou o que está no livro de Deuteronômio, capítulo
6, versículo cinco: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o seu coração,
de toda a tua alma e de todo o seu espírito”. E Jesus aponta, ainda, o
segundo maior mandamento, semelhante a este: “Amarás teu próximo como a
ti mesmo” (Lv 19,18). E acrescentou: “Nesses dois mandamentos
se resumem toda a Lei e os Profetas” (Mt 22, 40).
O amor é dom de si na comunhão e
na amizade com Deus e com os outros. Primeiro com Deus. Minha amizade com Deus
se dá na vida de oração, na leitura e reflexão da palavra de Deus, em uma vida
cheia da inspiração do Espírito Santo. Se tenho uma boa amizade com Deus, terei
uma boa amizade comigo e com o outro. Expresso o meu jeito de ser, meu jeito de
amar conforme o que o Senhor gostaria que eu fizesse. Não porque o Senhor impõe
assim, mas porque Ele sabe que vai me fazer bem e fazer bem ao outro também. O
jeito que entendo o amor influencia em minha afetividade e sexualidade.
Marcas de amor atingem corpo e
alma. Se amo, meu corpo percebe, o outro percebe. Marcas de violência atingem
corpo e alma também. Quando estou triste, meu corpo expressa tristeza, por
exemplo, pelas expressões no meu rosto, pela forma como eu ando. Quando estou
contente, meu corpo pode expressar o contentamento pelo sorriso. Muitas vezes,
não conseguimos expressar amor porque temos a alma machucada pelas experiências
que passamos. E Deus tem o desejo de sarar os machucados de nossa alma, aquilo
que, muitas vezes, chamamos “coração”. E a cura de nossa alma pode levar a cura
de nosso corpo também. Mas vamos deixar este assunto para uma próxima vez. Por
ora, vamos lembrar que somos chamados a amar de corpo e alma. Vem, Espírito
Santo! Eu quero amar de corpo e alma.
Este texto pode proporcionar uma boa reflexão com adolescentes... Até a próxima semana. Paz e bem.
De forma bem resumida, podemos entender a afetividade como a
capacidade que temos de demonstrar sentimentos, emoções a algo ou a alguém;
reagimos de uma forma ou de outra em diferentes situações. E, aqui, pensemos na
criança. A criança é muito sensível à realidade que a cerca. Por isso, devemos
ter bastante cuidado com nossos pequeninos. O próprio Jesus já manifestava sua
predileção pelas crianças. Ele já sabia da sensibilidade e da capacidade que
elas têm de perceber e viver o amor de Deus. “Deixai vir a mim estas
criancinhas e não as impeçais, porque o Reino dos Céus é para aqueles que se
lhes assemelham” (Mateus 19, 14).