Vamos falar sobre o corpo? (Parte VIII) - Acne

 


“Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo do céu” (Ecle 3, 1)

Dá até um certo desespero nos adolescentes ao lidar com a questão da acne. E nós, adultos, muitas vezes, acabamos aumentando a ansiedade dos adolescentes ao olhar para suas peles, aconselhando tratamentos mirabolantes ou oferecendo “Me deixa espremer a sua espinha?”. Sabe qual a melhor forma da gente ajudar os adolescentes neste tempo? Ajudando a entender o que acontece com eles.

Na adolescência, por vezes também na fase adulta, pode ocorrer que a pele fique mais propensa a cravos e espinhas. Por que isso acontece? Já vimos que, na puberdade, há aumento significativo dos hormônios masculinos e femininos. E estes hormônios favorecem o aumento da secreção das glândulas sebáceas. Então, aparecerão cravos e espinhas nas regiões do corpo onde têm mais destas glândulas como rosto, peito e costas. Segundo a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, a acne é causada por uma infecção (por bactérias) ou inflamação das glândulas sebáceas na base dos pelos. Então, formam-se os cravos nos poros da pele. Quando o material dos cravos se rompe, geram as espinhas. Existem vários graus de acnes e eles serão tratados conforme a orientação de dermatologistas, se for o caso. E passa com o tempo. Há casos que precisam de cuidados mais especiais e podem seguir ao longo da vida. Mas, de uma forma geral, passa. Há um tempo para cada coisa.

O que pode ser feito, então? Primeiro, não apavorarmos os adolescentes. Após explicá-los o motivo principal da acne, dizer que “Para tudo há um tempo”. Podemos ajudar nossa pele lavando o rosto com sabão neutro, lavar as mãos sempre, evitando tocar os locais com acne sem necessidade, manter cabelos longe da face. E se a acne estiver de forma exagerada, procurar um dermatologista. Não utilizar medicações sem orientação médica. Uma dica importante: NÃO ESPREMA ESPINHAS. Isto pode piorar a situação, levar à cicatriz. Afinal, nosso corpo é templo do Espírito Santo e devemos cuidar dele, não é mesmo? Paciência... Tudo passa... As espinhas também. Sabe o que não passa? O amor de Deus.

Espero ter contribuído. Na próxima semana, veremos sobre o anticoncepcional e o corpo das adolescentes. Não deixe de ver as outras postagens. Deus abençoe. Paz e bem.

Iacy Batista Garcia


Vamos falar sobre o Corpo? (Parte VII) - Puberdade

Ainda falando sobre Eclesiastes 3, 1 
"Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo do céu"






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Iacy Batista Garcia


Evangelizando na Puberdade


No texto anterior subdividimos a fase da LATÊNCIA, falamos um pouco sobre  as crianças até 10 anos aproximadamente onde os mesmos desenvolvem: INFERIORIDADE  ou INDÚSTRIA (ler texto anterior).

Se a questão da inferioridade  foi acentuada pelos adultos que cercam a criança, com estímulos negativos:

·         Você não faz nada certo!

·         Que horrível seu serviço!

·         Não adianta, você não faz nada que preste!

·         Você não aprende!

·         Tem que ser você!

·         Ficou uma porcaria!

 

A criança poderá entender, “valho por aquilo que produzo” mesmo dando o melhor de si, não é reconhecido, levando-o a  praticar os trabalhos de forma  limitada, fazendo  as coisas como obrigação. Pode se tornar um escravo conformista, ser explorado, perdendo sentimento de identidade.

Se for motivado em suas atividades, elogiado por suas boas práticas, verá o trabalho como obrigação, seu futuro será centrado na constrição de seus horizontes.

Lembrando que Jesus aos 12 anos evangelizava. Podemos e devemos incentivar as crianças a prepararem um mundo melhor.

Na evangelização com esta faixa etária já pode e deve ser trabalhado o estudo bíblico, a leitura Orante da Palavra.

Incentivá-los a pregarem, e evangelizarem outras crianças, dando de presente para Jesus muitas crianças evangelizadas.

A oração com eles nesta fase deverá ser voltada para aceitação do corpo, da família, da casa. O perdão dos pais ou por serem omissos, ou serem muito controladores.



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Vamos falar sobre o Corpo? (Parte VI)

 Hoje vamos continuar falando sobre Eclesiastes 3, 1 
"Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo do céu"


 


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AVÓS: os estraga netos?

CONVERSA DE PAI E MÃE (TEXTO 19 )

 



O comportamento

Não há dúvidas que os avós amam os netos. A encrenca começa quando tentam fazer mais do que demonstrar seu amor.

Alguns avós criticam a maneira pela qual os pais estão educando os filhos e dizem: “Não foi assim que educamos você e deu certo”.

Eles entopem seus filhos de guloseimas e compram tudo que pedem. Você passa os dias ensinando aos filhos o que é certo e errado, mostrando as consequências dos seus atos, tentando passar a eles coerência nas escolhas, para que os avós destruam todo programa educacional num simples fim de semana de noitadas de diversidade de doces e diversões.

Não que isso não seja surpreendente, basta juntar quaisquer três gerações e haverá conflito suficiente para manter ocupada uma equipe de psicanalistas.

 

Por que acontece

Os avós têm prazer nisso, e só. Favorecem seus netos preferidos sem medir as consequências.

E por ter educado você “tão bem”, julgam ser especialistas no assunto e deveriam ser capazes de ensinar a você a como educar seus filhos.

 

O que fazer

Voltemos um pouco. Seus filhos desejam e merecem ter um relacionamento com os avós. Você tem que se conscientizar: a relação é deles. Eles são capazes de cuidar de tudo (ou quase tudo) sem a sua eterna proteção. Na verdade, os netos podem entender mais, deixar passar mais, perdoar mais os avós que os próprios pais.

- se a interferência dos avós é desgastante demais, veja-os com menos frequência. Passe o tempo com outras pessoas, assim o efeito dos avós sobre seus filhos será minimizado.

- Examine bem as razões. Observe se não está sendo excessivamente crítico em relação a seus pais. Pode ser que esteja disputando o jogo do poder, e arrastando seus filhos para eles.

- às vezes você pode aprender com uma abordagem diferente. Além disso, avós amorosos quase sempre enriquecem a vida da criança.

- se seus pais são abertos ao diálogo você poderia conversar com eles sobre o assunto.

- ATENÇÃO – fique atentos ao passar pros seus pais suas teorias de educação infantil não os ofenda, pois, eles se esforçaram muito quando educaram você.

 

Reflexão

Recorremos ao apóstolo Paulo para nossa reflexão. “Mas se uma viúva tem filhos ou netos, que estes aprendam, primeiro, a praticar a piedade para com seus próprios familiares e, portanto, aprendam a retribuir aos pais o que deles receberam. Isto é agradável a Deus”. (1Tim 5,4).

Aprendamos também com os avós de Jesus Joaquim e Ana, conhecemos a árvore pelos frutos. A vida de oração de  Maria, a forma como maduramente, embora sendo jovem, responde ao anjo, o canto do MAGNIFICAT (Lc 1, 1-55)  são demonstrações de como foi preparada por seus pais para assumir a missão de ser mãe do redentor ... 

 

Irmãos, concluímos aqui nossa jornada de reflexão proposta pelo livro “CONVERSA DE PAI E MÃE”.  Autor Stanley Shapiro e Karen Skinulis. Ed. Paulinas. 


Espero ter contribuído com uma nova visão na relação entre os familiares, numa compreensão das realidades que envolvem o comportamento e busca de soluções na formação dos filhos.


Deus os abençoe! Próxima semana vou usar artigos de autores que também abordam estes temas do comportamento e vivência familiar. Inclusive se você tiver algum artigo interessante envie pra que possamos compartilhar.
 

Qualquer dúvida ou sugestão envie para nosso e-mail: dominuspuer@gmail.com

Paulo Martins



Fases do desenvolvimento psicossexual – FASE DA LATÊNCIA

 
           Seguindo o estudo de FREUD, agora iremos falar um pouco da idade de 6 anos, o autor não especifica uma idade  limite para o encerramento desta, então iremos subdividi-la com  conhecimentos e aprofundamento nos estudos realizados, tomando o cuidado de salientar como evangelizar nestes períodos. Trabalharemos um pouco esta semana dando continuidade na próxima ok?

Freud coloca que nesta fase grande parte da energia da criança é conduzida para o desenvolvimento de novas habilidades e a aquisição de novos conhecimentos. LATENTE – significa “oculto”, a libido agora está adormecida, a sensibilidade é difusa.

O vínculo que na fase anterior se limitava a família, agora se estende aos vizinhos a escola.

Até os 10 anos aproximadamente a criança apresentará  INFERIORIDADE, caso a CONFIANÇA da fase anterior não foi afirmada, ou apresentará INDÚSTRIA produzindo e desenvolvendo habilidades e tarefas.

A criança nesta idade necessita e confia em Deus, reconhece o pecado. Tendo um senso de “cobrança e punição” muito sério.  

A oração nesta idade deverá focar:

 
·         O EQUILÍBRIO DO DESEJO DE APRENDER - fase onde se desenvolve a alfabetização, a cobrança é grande na criança, tanto da escola quanto da família;


·    ALIENAÇÃO DE SI E DE SUAS TAREFAS – conforme vai crescendo é dado tarefas, atividades para serem executadas, muitas vezes é recriminado por não fazer de forma perfeita., ou da forma como o adulto gostaria.


·   SOBERBA - Como tem uma necessidade muito grande de “mostrar que sabe” pode desenvolver autoestima elevada, soberba, humilhando os colegas.
Nesta idade o evangelizador  instrui a frequentar a catequese.
Na evangelização  poderá utilizar de histórias ilustradas, mímica, teatros, jogos de desafio, usar de muitas brincadeiras, ensinar a rezar o terço, noções do sacramento, incentiva-o a evangelizar os outros e ensinar a retirar mensagens da  palavra
 



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Pescadores Kids - A Bíblia

OS INSACIÁVEIS – “Só mais uma tigelinha! Eu juro!

Ilustração: Barbara Mello

CONVERSA DE PAI E MÃE (TEXTO 18 )

Comportamento

A maioria dos pais tem trabalho para fazer seus filhos comerem, mas alguns enfrentam o problema oposto: a criança que come (e come e come) até o ponto de ficar com evidente excesso de peso. Não estamos falando de crianças com problemas hormonais, que devem ser tratados pelo endocrinologista; nos referimos às crianças que se empanturram de bobagens. É como se o alerta de “lotado” não estivesse funcionando, só param quando os pais intervêm.

As outras crianças – com sua incontida tendência à crueldade – caçoam impiedosamente destas crianças com excesso de peso. Essa criança pode tornar-se retraída, com autoestima aniquilada.

E  podem desencadear um círculo vicioso.

Porque acontece

Pergunte a você mesmo: “Por que meu filho está gordo?”

Uma criança com tendência natural a engordar talvez se desespere por nunca alcançar a meta da família, revoltando-se e comendo ainda mais. Há crianças mimadas, os pais não querendo dizer, deixam de impor limites à gula do filho ou simplesmente permitem que ele tenha tudo o que deseja.

Sua  estratégia

- Antes de mais nada, fale com um especialista em nutrição para orientar um plano de alimentação.

- Não coloque em destaque a necessidade de perder peso. Faça seu filho entender qual importância da alimentação balanceada e moderada para a saúde.

- Como todo adulto que tentou perder peso sabe, MOTIVAÇÃO é a chave para o cumprimento de uma dieta. Se a criança não for motivada desde o início o plano todo  se perde.

- Depois de convencer seu filho, tome consciência de que você é um exemplo para seus filhos. Dê uma  olhada, boa e severa, em sua própria dieta e no que você mantém na despensa.

- Convença-se que não é tarefa sua fazer seu filho feliz o tempo todo. Existem muitos “nãos” na vida com os quais as pessoas mimadas têm dificuldade de lidar.

- Sabemos que exercício físico é tão importante quanto o controle do consumo alimentar. Isso vale para a família inteira.

- Não tente controlar o programa alimentar de seu filho. Ele tem de assumir a responsabilidade ou nada irá funcionar.

- Não teça comentários negativos sobre o peso de seu filho. Comentário como: “Você ainda está bem gordinho”. Ou “Deveria se esforçar mais...”, somente irão fazê-lo sentir-se mal e procurar consolo na comida.

Reflexão

São Paulo se refere àqueles cujo “deus é o ventre” (cf. Fl 3,19), isto é, o alimento. Se a Igreja nos aponta a gula como um vício capital é porque ela gera outros males: preguiça, comodismo, paixões, doenças, etc… Podemos comer e beber com moderação e gosto, mas não podemos fazer da comida um meio só de prazer; isso desvirtua a alimentação.

Peçamos ao Santo Espírito que nos ajude a combater este mal e peçamos a virtude do equilíbrio, para o  que convém. A disciplina do Espírito Santo nos ensina a dizer “Quero, mas não posso!”.

Deus abençoe sua semana!

Na semana que vem, fechando este ciclo de reflexões trabalharemos o tema: AVÓS, os estraga netos?

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Vamos falar sobre o corpo? Parte 5



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Iacy Batista Garcia


O VALENTÃO - O terror da escola

CONVERSA DE PAI E MÃE (TEXTO 17)

O comportamento 

O valentão é o tipo de criança que adora intimidar as outras, sobretudo as menores.

Ele é muitas vezes violento e pode extorquir dinheiro ou arrasar o lazer de outras crianças simplesmente por ser desmancha-prazeres. O seu alvo preferido são os irmãos mais novos e os mais indefesos na escola.

 

Por que acontece

Crianças provocadoras frequentemente se sentem subjugadas ou desprezadas. Para compensar, aprendem como parecer poderosos observando os adultos, principalmente seus pais. Os pais “poderosos”, que estão sempre gritando e comandando a família, são modelos perfeitos para o valentão.

 

Medidas práticas

- Não siga o impulso natural de devolver agressão, perpetuando um círculo vicioso. Talvez tenha sido o início de tudo... Para ajudar seu filho (a) a mudar de comportamento, pode ser que você precise mudar sua maneira de agir. Pare de gritar, impondo ordens. fale com voz branda e calma.

- É da maior importância ensinar para a criança briguenta a compaixão por outras pessoas.

- Divida poderes da família com ele. Solicite opiniões e ideias.  Pois geralmente estas crianças tem aptidão para liderança, é preciso usar tudo isso para o bem.

- Conte histórias de crianças que  foram vítimas de violência – não como lição, mas como reflexão. Faça lhe perguntas como “O que você pensa que uma criança sente quando é empurrada do balanço?”

- Em casa estabeleça regras como: não contar piadas sujas ou racistas; não aborrecer pessoas em público; não ferir, não gritar; não roubar.

- Seja afetuoso. Convença-o de que você acredita na sua capacidade de mudança. Quando notar alguma melhora, faça comentário positivo e respeitoso. Tenha paciência. Esse problema leva tempo para ser resolvido.

- Logicamente seu filho não pode brincar com outras crianças sem ser “monitorado” seus ímpetos agressivos. Para isso, ficar isolado em casa, brincar sozinho podem ser medidas eficientes.

- Se quebrar ou atirar objetos alheios deve indenizar o dono com seu próprio dinheiro.

- Mas ATENÇÃO. Crianças violentas podem tornar-se perigosas, em especial para os irmãos mais novos. Se a situação começar a fugir do controle, procure ajuda de profissional especializado.

 

Reflexão

Retomemos algo dito logo no início de nossa conversa quando comentamos que crianças provocadoras aprendem como parecer poderosos observando os adultos, principalmente seus pais. É preciso estar atento a como nos relacionamos em casa e na frente de nossos filhos. A vida familiar é um eterno aprendizado tanto para os pais e principalmente para os filhos. Tomo aqui o texto de Eclesiástico que diz “Ensina teu filho e ocupa-te com ele, para que não venhas a sofrer com a sua depravação”. (Eclo 30,27). Hoje, em nossos tempos parece que correção, ser exemplo, parece que saiu de “moda”. As crianças fazem o que quer, estão sem limites. Daí a recomendação do texto “Ensina teu filho...” Peça ao Espírito Santo inspiração e direção para agir nesse momento. Abre o seu coração de pai e mãe para Deus, permita que você seja curado primeiro, a partir de sua mudança principalmente no linguajar, seu filho também aprenderá novas posturas.

 

Na próxima semana refletiremos sobre OS INSACIÁVEIS – “Só mais uma tijelinha! Eu juro!


Deus abençoe sua semana.



Fases do Desenvolvimento Psicossexual – Como evangelizar de 3 a 6 anos


             Recordando as semanas anteriores falamos que de 0 a 1 ano - FASE ORAL - irá gerar na criança: CONFIANÇA ou DESCONFIANÇA, também já falamos sobre a FASE ANAL - de 2 a 3 anos  que  irá gerar: AUTONOMIA / VERGONHA OU DÚVIDA. Qualquer dúvida ou para aprofundar mais leia o texto e assista os vídeos, ok?

Hoje falaremos da idade de 3 a 6 anos  FASE FÁLICA. Nesta idade amplia o vínculo afetivo, agora a FAMÍLIA também está vinculada ao processo, incluindo avós, tios, primos...

Nesta fase o predomínio absoluto de imagens, gravuras, ilustrações, desenhos, etc. Às vezes acreditam que o contador se transformou no personagem ao colocar máscara, chapéu, capa... Utilizar de histórias com interferência de humor e mistério.
Idade dos PORQUÊS, que gera medo, curiosidade.

A criança nesta idade poderá gerar INICIATIVA: ela é ansiosa, quer descobrir e mostrar o que pode fazer, algo que às vezes incomoda o adulto é que nesta fase a criança é preconceituosa, mas não é o mesmo preconceito do adulto neste momento, entretanto se não for trabalhado poderá se tornar preconceituosa, ela gosta de participar de pequenos grupos, desejo de juntar-se. O contrário da iniciativa será a CULPA, gerada pelas respostas obscuras dadas às curiosidades infantis ou em atos interrompidas na busca de clarear mistérios de sua mente.

 


COMO EVANGELIZAR?

A criança já tem noção de certo e errado, do bem e do mal, o evangelizador vai passar que Jesus jamais abandona seus irmãozinhos sejam eles bons ou maus. Você pode trabalhar com histórias repetidas, jogos simples, ritualizar as atividades.

 

Tomar cuidado para não deformar o rosto de Deus:

DEUS VINGADOR: CASTIGA

DEUS VAI E VEM: AFASTA QUANDO ESTIVER CHORANDO OU FEZ ALGO DESAGRADÁVEL

DEUS DEDO DURO: AQUELE QUE VÊ TUDO

DEUS ENCICLOPÉDIA: RESPOSTAS PARA PERGUNTAS DIFÍCEIS

           ORAÇÃO

Voltada para a inveja, a rivalidade, o perdão, privilégios com a mãe, sentimentos de culpa e ansiedade.

       Na próxima semana falaremos de outra fase, peço que vejam os vídeos e leiam os resumos anteriores (AQUI) e para se aprofundarem busquem artigos relacionados. Qualquer dúvida entre em contato comigo pelo e-mail dominuspuer@gmail.com. E lembrem-se que o Espírito Santo TUDO pode, peça a Ele o discernimento, a sabedoria para poder lidar com cada fase. Tenha em mente as virtudes de Maria, ela é nosso exemplo de fé na caminhada.

Abraços até a próxima semana!
Tia Cris


O TÍMIDO – o escudo da passividade

CONVERSA DE PAI E MÃE (TEXTO 16 )



O Comportamento

Alguns de nós temos a dolorosa lembrança de ter sido socialmente desajustado quando criança. Por isso, corta o coração ver crianças sós, mirando o chão, enquanto uma animada festa de aniversário está acontecendo em sua volta. Crianças tímidas têm dificuldade para fazer amigos.

Por que acontece?

Crianças tímidas se comparam constantemente a outras e ficam em pânico mortal ao cometer um erro. Sua timidez pode ser intensificada se têm irmão (ã) que é um sucesso social, com o qual sentem não conseguir competir.

O que fazer

Como transformar um botão em uma rosa esplendorosa?

- Dê a seu filho dicas de como ser sociável. Faça jogos de dramatização para que ele aprenda como quebrar o gelo de outras crianças.

- Mostre a ele como entrar em um grupo desconhecido quando deseja brincar com outras crianças. Em geral, tudo de que ele precisa é integrar-se lentamente ao jogo, em seu próprio ritmo.

- Fortaleça-o. Para crianças tímidas, falta a coragem de enfrentar a rejeição.

Deixe seu filho aprender  com você. Ele provavelmente é muito observador (característica própria do tímido), permita observar você interagindo socialmente.

- Não insista com seu filho para fazer o que não deseja.

- não deixe que seu filho se retraia. Garanta que ele adquira desenvoltura social pela convivência com grupos: matricule-o na escola, grupos de escoteiros, e clubes de lazer com áreas que demonstre prazer como natação – judô, e outros. Quanto mais praticar, maior será seu desempenho social.

- CUIDADO! Não exagere no investimento social! Essas crianças gostam e precisam de tempo para si mesmas.

- Não force seu filho a ser amigos de todos. O tímido faz poucos amigos, mas são de extrema confiança.

Reflexão

Importante saber que timidez não é um mal em si. As pessoas de temperamento mais reservado têm valores que, se trabalhados e valorizados serão excelentes profissionais, pessoas de alto grau de confiabilidade em tarefas que exigem sigilo. São excelentes confidentes.

Importante lembrar aqui um personagem bíblico que era muito tímido e mesmo assim desempenhou uma missão de profeta. Estamos falando do profeta Jeremias. O Senhor o chama para uma missão, mas ele retruca dizendo “Ah! Senhor Deus, não sei nem falar, sou apenas uma criança!” Esta forma de dizer de si mesmo demonstra sua insegurança e timidez, mas o que o Senhor faz? Deixa- o de lado devido a sua timidez e senso de incapacidade? Não! O Senhor olha além, ele olha a potencialidade e lhe dá capacidade para realizar a missão. O Senhor diz a Jeremias “Não digas: sou uma criança, pois, a quantos eu te mandar profetizar tu dirás....O Senhor tocou minha boca e diz : Eu ponho minhas palavras em sua boca...” (Jr 1,1-9).

Portanto, tenhamos como o Senhor um olhar que enxerga além das aparências e passemos a perceber as potencialidades por trás de cada criança.

Deus abençoe sua semana. Reflita um pouco mais tomando o texto citado, você vai descobrir que tem um pouco do profeta dentro de ti.


Na semana que vem conversaremos sobre o tema – O VALENTÃO - O terror da escola

Paulo Martins



Evangelho do dia 22/08/2020


Assistam com as crianças, mas lembrem de curtir e se inscrever em nosso canal. Bom fim de semana!

Evangelização de acordo com a faixa etária - 1 a 3 anos

 

Na semana passada falamos um pouquinho sobre a FASE ORAL  e os sentimentos de CONFIANÇA e DESCONFIANÇA que são gerados na primeira infância. Esta semana iremos abordar a FASE ANAL – de 1 a 3 anos. A relação da criança, antes somente com a mãe, agora é ampliada também ao pai.  Nesta fase a criança está aprendendo a controlar os esfíncteres.

A criança poderá desenvolver: AUTONOMIA - poder de elaborar seus produtos (coco e xixi), se o sentimento de confiança da fase anterior foi elaborado, crescerá seu sentimento de autonomia e irá gerar independência, emancipação da criança. Ou poderá gerar DÚVIDA OU VERGONHA, quando a criança é exposta ao ridículo devido não ter o controle dos esfíncteres.

COMO EVANGELIZAR?

                Histórias rápidas com enredo simples, com personagens da vivência das crianças. Elas gostam de histórias de bichos, brinquedos e seres da natureza humanizados.

                Os fantoches continuam sendo o material mais utilizado, a música também exerce grande fascínio na criança.

                O evangelizador deve falar do Papai do Céu, da Mamãe do Céu, Anjinho da Guarda, orações curtinhas onde eles têm que repetir. A oração deve respeitar a criança que ainda está na fase do egocentrismo onde tudo diz “ eu, meu”, e não divide. Aos poucos levar a repartir. Ensinar a ler a Bíblia com o dedinho e ouvir o Papai do Céu falando  através do barulhinho. Contemplar a natureza, observando, louvando e agradecendo ao Papai do céu por tudo. Nesta fase a criança imita o adulto em tudo, portanto irá acompanhar rezando o terço, fazendo reverência, sinal da Cruz, copiando as atitudes e ações do adulto. E que os pequenos cresçam como Jesus: “Em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens” Lc 2:52

ORAÇÃO DE CURA DIRECIONADO:

- PARA O AUTO CONTROLE;

- PARA O PERDÃO POR EXPOSIÇÃO AO RIDÍCULO;

- PARA A ORAÇÃO UTILIZAR BONECAS, CARRINHOS, MASSINHAS, PEQUENAS ORAÇÕES;

Uma frase para esta etapa: “Eu sou o que posso querer livremente”

O MEDO DE ERRAR. “Não posso... vou cair... não vou conseguir...”

 

CONVERSA DE PAI E MÃE     (TEXTO 15 )

Comportamento

Uma coisa é ter um filho que gosta de proezas perigosas, como pular de telhados e muros. Outra é ter um filho que se recusa, pelo medo de falhar, a brincar em um escorregador de pouco mais de um metro. Algumas crianças não querem tentar nada novo. Tudo assusta – desde aprender a escrever até a andar de bicicleta – pelo perigo ou pela nítida possibilidade de errar. Elas desistem na primeira vez em que algo não dá certo. Quando isso acontece, geralmente ficam envergonhadas. Não se divertem muito e não são muito agradáveis.

Por que acontece?

Simplesmente porque essas crianças se comparam a outras e se sentem incompetentes diante delas, isso, por falta de reforço positivo. Querem ficar sozinhas, achando que assim “nenhum risco” e “nenhum erro” podem ocorrer.

Algumas crianças não tentam apenas porque não suportam o segundo lugar. São muito rígidas consigo mesmas e muito preocupadas com o que os outros pensam delas. O perfeccionista tem de conseguir as coisas logo da primeira vez, não entendendo que a perfeição vem com o tempo.

O que fazer ?

- Alimente a confiança de seu filho providenciando muito treinamento antes da tentativa real. Comece por atividades que não sejam difíceis demais e aumente o grau de dificuldade devagar.

- Baseie seus comentários nos esforços que seu filho está fazendo e não na qualidade dos resultados. Se você o corrigir demais, ele entenderá como prova de incompetência.

- Reforce dizendo: “não desista”. “Ainda que você pense que jamais conseguirá, eu sei que vai conseguir e não vou deixar de apoiá-lo.”

- Diga ainda: “Você realmente progrediu muito. Na semana passada, não conseguia fazer isso. Agora pode”.

- Não lance seu filho em situações difíceis.

- Não compare seu filho com outras crianças.

- Não seja excessivamente crítico. Evite comentários como: “Você poderia fazer melhor”, ou “Sua irmã de três anos pode fazer melhor do que você”.

Meditação

Geralmente nos vemos em nossos filhos ou gostaríamos que eles fossem iguais a nós. Se sou um adulto tímido e fechado desejo que o meu filho não sofra quieto como eu. Se sou extrovertido e determinado, quero que meu filho supere logo esta vergonha e por isso expomos ele de forma indevida naquilo que ainda não é capaz de executar. Como filho não vem com “manual de instruções”, não sabemos como agir. Comecemos por nós, adultos. Deixemo-nos ser curados em marcas vivenciadas de forma negativa, quer por que nos trataram mau, não entenderam minhas necessidades, não me amaram como eu precisava. Nos lembramos de como nossos pais nos tratavam... e percebemos que reproduzimos as mesmas atitudes. Deixa Deus curar, passar por sua vida, experimente o amor de Deus por você. Será na medida de sua experiência do cuidado e carinho  de Deus por você que aí sim você também será capaz de amar seu filho do jeito que ele é com suas potencialidades.

Sugiro que você medite com essa música de Padre Jonas Abib “A FONTE” acesse o link e deixe que a cura aconteça em seu coração. ( https://youtu.be/Rxf1cjT4BmQ)

Deus abençoe sua semana!

Na próxima semana refletiremos  sobre O TÍMIDO – o escudo da passividade

EVANGELIZAÇÃO DE ACORDO COM A FAIXA ETÁRIA - 0 a 2 anos

 

0 A 2 ANOS – A IDADE DA GRAÇA

 

Nesta faixa etária a criança prende-se ao movimento, ao tom da voz e não ao conteúdo que é expresso pelo adulto.

O vínculo afetivo é totalmente com a mãe, é uma relação praticamente simbiótica (são um só) e esta ligação com a mãe irá alicerçar as estruturas de sua fé. Se a criança  chora com dor ou incômodos é acalentada, se tem sono, é embalada, se está com as fraldas sujas é trocada, estas atitudes produzem CONFIANÇA, pois tem certeza de que a mãe não a abandona e que vai ajudá-la. Ao mesmo tempo se a criança não é acolhida em sua dor, em seu sono, em suas necessidades básicas, o sentimento que irá nutrir é DESCONFIANÇA, pois não fazem nada para aliviar sua dor, desconforto  ou sofrimento. Estes sentimentos CONFIANÇA e DESCONFIANÇA como foi dito anteriormente é a base para a estrutura da fé, confio ou não confio.

 COMO EVANGELIZAR NESTA FASE?

A fé será despertada através do toque, dando-lhe o colo, o afago, o carinho, o sussurro em seu ouvido que acalma e conforta Nossa Senhora é Modelo para nós.

JESUS É A LUZ DO MUNDO- Usar sempre uma vela quando orar, explicar que Jesus é a luz que indica o caminho, que com Ele estará sempre seguro.

DURANTE O BANHO - O banho lembra o batismo, quando banhar a criança falar de seu batismo, relembrar o dia, as emoções, falar dos padrinhos, como aconteceu, lembrando que Jesus é fonte de água viva.

REZAR JUNTO- Através de imagens e figuras da Mãezinha do céu, Papai do céu, anjinhos, ensinar a criança a jogar beijos, acariciar, abraçar, despertando o amor à santidade. Cantar pequenas canções também remete a oração, Mãezinha do Céu Anjinho da guarda, também indico o DVD Pescadores Kids Baby, que você pode adquirir pela internet.

Móbiles e imagens e figuras de santos, anjinhos, também podem e devem ser utilizados como estratégias para evangelizar, lembrando que o tom de voz, o toque, o olhar são e devem ser utilizados para evangelizar.

As histórias devem ser rápidas e curtas. Eles gostam de fantoches e objetos que fazem parte de seu convívio, histórias inventadas e curtas funcionam muito bem nesta fase, você pode contar histórias sobre como Jesus à ama, como seu nome foi escolhido por Deus Pai, que mesmo que se os seus pais um dia faltarem Jesus nunca faltará, Ele é um amigão, está sempre perto...

ORAÇÃO DE CURA – A oração deve ser voltada para o perdão de quem cuida mãe, avós, por ter passado uma sensação de desamparo e descuido, criando a desconfiança na criança.

 “Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja  glória, agora e para sempre! Amém.”        2 Pedro 3:18

 



Vejam os outros artigos publicados essa semana no blog, pois um complementa o outro.